DHTML


DHTML

O que é DHTML
Explicamos rapidamente o que é o DHTML e o que é DHTML do lado do cliente e do servidor.


À medida que vamos avançando na programação de páginas web, vamos fixando novos objetivos para criar a cada dia webs mais excitantes. Seguindo este caminho, chega um momento que a linguagem HTML se torna curta e temos que nos servir de alguma tecnologia superior, que nos permita realizar esses desenvolvimentos mais complexos e dinâmicos.
Imagine por um momento que você tivesse em suas mãos um grande projeto, um projeto que se suponha a criação massiva de páginas, como pode ser um jornal, onde a cada dia há que mudar os conteúdos por completo, ou uma enciclopédia on-line, com milhares de páginas e referências, como por exemplo. Se utilizássemos unicamente HTML necessitaríamos um regimento de planejadores web para poder chegar ao fim o trabalho de criar tantas e tantas páginas e sua atualização.

Mesmo assim, se quiséssemos desenvolver uma aplicação na web onde o usuário tivesse que interagir com a página, ou uma aplicação que oferecesse algum serviço, como um buscador ou um gestor de correio através da web, também nos veríamos muito limitados com o HTML.

Ademais, também estamos muito limitados com o HTML na hora de criar efeitos nas páginas, animações que chamem um pouco a atenção do usuário e que permitam fazer com que as páginas web sejam mais divertidas.

DHTML é o que torna possível criar páginas web que superam todas as limitações do HTML como as comentadas anteriormente. Como vemos, o DHTML é muito amplo e engloba muitas técnicas que podem ser realizadas com uma infinidade de linguagens de programação e programas distintos .

Vamos fazer uma classificação de DHTML para delimitar um pouco seus raios de ação e para que o conceito se limite em áreas da programação web que já podemos conhecer.

DHTML de cliente

Por um lado temos o DHTML que se desenvolve no âmbito de uma página web, quando a página está sendo vista na tela dos usuários, ou seja, nos navegadores. Nestes casos, para realizar qualquer tipo de efeito ou interatividade na página temos como recurso ao navegador, por isso se chama de cliente.

A programação no cliente serve para muitas coisas, exemplos disso são efeitos diversos nas páginas, audios, videos, menus interativos, controle e resposta às ações de um usuário na página, controle sobre os formulários, etc. Para fazer muitas destas coisas podemos utilizar diversas linguagens de programação como Javascript e VBScript, ou inclusive podemos botar aqui programas como Flash.

No obstante está mais próxima a idéia do DHTML o programar scripts dentro da página com as linguagens ao lado do cliente. Javascript para todos os navegadores e VBScript para Internet Explorer. Estas linguagens trabalham, como foi dito, integradas com o navegador e dependem do modelo e da versão deste.

Estas linguagens não permitem o desenvolvimento de qualquer projeto na Internet, já que ao ser executados no navegador do cliente, não têm acesso a todos os recursos do sistema do usuário, para evitar buracos de seguridade, e nem aos recursos do servidor onde estão hospedadas as páginas. Esta limitação, acrescentada ao que já foi comentado sobre sua dependência do navegador, fazem destas linguagens insuficientes para desenvolvimentos avançados, sendo mais um complemento de programação que o núcleo de verdadeiras aplicações no web.

DHTML de servidor

Por outro lado, existem uma série de linguagens que se baseiam no servidor para executar seus scripts, assim como a programação do cliente se baseia no navegador. Quando uma página é solicitada por parte de um cliente, o servidor executa os scripts e gera uma página resultado, que envia ao cliente. A página resultado contém unicamente o código HTML, pelo que pode ser interpretada por qualquer navegador sem lugar para erros, independentemente de sua versão.

Esta independência do navegador já é uma vantagem significativa em relação à programação no cliente, mas é ainda mais que contamos com todos os recursos do servidor onde estão hospedadas as páginas. Estes recursos, como poderiam ser gestores de bases de dados, servidores de correio ou o próprio sistema de arquivos do servidor, são os que nos vão permitir construir todo tipo de aplicações.

Como vantagens adicionais pode se destacar que o código das páginas com os scripts nunca chega ao cliente, recordamos que ao navegador somente lhe chega HTML, e isto implica que nossos visitantes nunca vão poder acessar ao coração das aplicações que tivermos desenvolvido, ou seja, aos scripts do lado do servidor.

Linguagens do lado do servidor são ASP, desenvolvido por Microsoft, PHP de código livre, JSP para programar em Java, ou alguma outra interface como CGI, que se desenvolve em linguagens como C ou Perl






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